
A tendinite de ombro apresenta-se com dores pontuais, que podem se espalhar para o braço até o cotovelo. Também pode haver aumento de temperatura local e presença de vermelhidão na pele.
O diagnóstico é realizado através das queixas do paciente, avaliação de movimentos e força muscular, além de exames de imagem como ultrassom e ressonância magnética.
O tratamento é clínico, após o diagnóstico é indicado repouso e fisioterapia analgésica para controle da dor e do processo inflamatório. Em seguida é realizada fisioterapia para alongamento e fortalecimento de todos os músculos e tendões da região que envolvem o ombro e cotovelo.

O tratamento da Capsulite Adesiva é principalmente conservador (fisioterapia) sem necessidade de cirurgia. Na fisioterapia são realizadas mobilizações no ombro associado a exercícios para ganho de mobilidade domiciliares. Após ganho importante de amplitude, é orientado fortalecimento muscular.
As fraturas e luxações que acometem o terço proximal do úmero correspondem a cerca de 5% das fraturas nos adultos. Na grande maioria das vezes são fraturas sem deslocamento ou com deslocamento mínimo, que não necessitam de cirurgia.
Geralmente acometem pacientes idosos, e nesta faixa etária usualmente há uma fragilidade óssea, bastando um trauma banal para que a fratura ocorra. Quando acomete pacientes jovens, por terem boa estrutura óssea, as fraturas, em geral, são decorrentes de um trauma violento, sendo, portanto, fraturas mais complexas e de difícil tratamento.
O tratamento vai depender do tipo de fratura e seus eventuais desvios, porém, depende do tipo de paciente a ser tratado; sua idade, suas condições clínicas e atividade física. Inúmeros são os tipos de fraturas e são divididas conforme o número de fragmentos ósseos, chamados de “partes”.Os objetivos da fisioterapia normalmente são o controle de dor e edema quando houver, ganho de amplitude de movimento, fortalecimento musculares e treino sensório motor.