
O disco vertebral é composto pelo núcleo pulposo e ânulos fibrosos. Ao longo do processo de envelhecimento normal de todas as pessoas, os ânulos fibrosos vão rompendo, e o núcleo pulposo vai se projetando para fora, o que chamamos de Protusão discal. Quando esses ânulos fibrosos rompem completamente são chamados hérnias discais.

Conheça os tratamentos do sistema de classificação em Subgrupos (www.subgrupos.com.br).
A escoliose idiopática do adolescente é definida como uma curva lateral e rotacional da coluna vertebral, medindo pelo menos 10 graus, determinados pelo método de Cobb. É uma deformidade da coluna, da caixa torácica e da cintura pélvica. Como o próprio nome indica, a etiologia da escoliose idiopática da adolescência é desconhecida e descrita como multifatorial, e diversos estudos têm mostrado que sua prevalência é maior no sexo feminino. Em geral, seu diagnóstico é feito por exclusão. As curvas escolióticas progridem durante o estirão de crescimento, podendo também progredir na vida adulta, resultando em graves deformidades. No Brasil, a prevalência varia entre 1,03 e 15,8%. Exames rotineiros para detecção de deformidades na coluna vertebral em crianças e adolescentes são de fundamental importância para o diagnóstico precoce, quando a maioria dos casos não demanda tratamento cirúrgico.
A mera observação de uma deformidade vertebral talvez seja a forma de tratamento conservador mais comum, já que a maioria das deformidades não é progressiva. Como regra geral, as curvaturas abaixo de 20° podem ser observadas em todos os tipos de escolioses. As revisões clínicas devem ser feitas a cada quatro meses, com radiografias obtidas somente em curvas nas quais surjam dúvidas em relação à possível progressão e possam ter importância na mudança de tratamento.
Como regra, a principal indicação para os coletes se encontra nas escolioses idiopáticas de porte médio, ou seja, 20° a 40°, e nas cifoses que envolvem várias vértebras, como na doença de Scheuermann ao redor de 50° a 70°. As escolioses congênitas, por estarem influenciadas pelo crescimento desequilibrado da vértebra, e as escolioses neuromusculares, devido à constrição do tórax que acarretam, não respondem bem ao tratamento conservador.

Quando a sacroileite é decorrente de um processo degenerativo, a maior incidência é depois da terceira década de vida.

O seu diagnóstico é ainda mais difícil. Na tentativa de elaborar um exame clínico confiável, com alta especificidade e reprodutibilidade, foram selecionados 5 testes para elaborar um esquema de avaliação da articulação sacrilíaca. A fisioterapia atua no controle dos sintomas, ganho de mobilidade, liberação miofascial e fortalecimentos musculares específicos.

Para maiores informações sobre a fisioterapia, visite www.subgrupos.com.br/pos-cirurgico.

Normalmente o tratamento cirúrgico é indicado quando o tratamento conservador bem feito (fisioterapia/ medicação) não teve sucesso, quando existem perdas neurológicas (perda de força, reflexos e/ou sensibilidade), fraturas e ou listeses avançadas (escorregamento de vértebra).
A cicatrização óssea geralmente leva de 6 a 8 semanas e o paciente faz uso de colete estabilizador nas primeiras semanas. Depois disso o grande objetivo é recuperar a função normal, trabalhando força e ganho de controle motor.
Para maiores informações sobre a fisioterapia, visite www.subgrupos.com.br/pos-cirurgico.