A dor lombar (lombagia e lombociatalgia) é atualmente uma das principais causas de consulta médica em todo mundo e uma das principais causas de falta ao trabalho e de incapacidade definitiva. É grande o impacto social e econômico com bilhões de dolares gastos anualmente e a lombalgia é considerada por alguns como epidemia. Acomete homens e mulheres igualmente e costuma ter inicio entre 30 e 50 anos de idade e dois terços dos adultos irão sofrer de lombalgia em algum momento de suas vidas.
O disco vertebral é composto pelo núcleo pulposo e ânulos fibrosos. Ao longo do processo de envelhecimento normal de todas as pessoas, os ânulos fibrosos vão rompendo, e o núcleo pulposo vai se projetando para fora, o que chamamos de Protusão discal. Quando esses ânulos fibrosos rompem completamente são chamados hérnias discais.
Em um modelo de tratamento baseado na patologia como causa da dor, o tratamento é direcionado para identificar a anormalidade estrutural e aplicar medidas adequadas de tratamento. Sinais e sintomas nem sempre são correlacionados com a alteração ou anormalidade estrutural e na maioria dos casos, os sintomas desaparecem mesmo quando a anormalidade estrutural não esteja completamente corrigida ou eliminada. Radiografias, ressonância magnética e tomografia computadorizada apresentam altas taxas de falso-positivo em indivíduos sem dor lombar, ou seja, nem tudo o que os exames e laudos mostram estão relacionados com os sintomas apresentados. É preciso ter cuidado, pois grande parte da população que não apresentam dor lombar, apresentam problemas discais como protusão ou hérnia de disco.
Conheça os tratamentos do sistema de classificação em Subgrupos (www.subgrupos.com.br).

A mera observação de uma deformidade vertebral talvez seja a forma de tratamento conservador mais comum, já que a maioria das deformidades não é progressiva. Como regra geral, as curvaturas abaixo de 20° podem ser observadas em todos os tipos de escolioses. As revisões clínicas devem ser feitas a cada quatro meses, com radiografias obtidas somente em curvas nas quais surjam dúvidas em relação à possível progressão e possam ter importância na mudança de tratamento.
Como regra, a principal indicação para os coletes se encontra nas escolioses idiopáticas de porte médio, ou seja, 20° a 40°, e nas cifoses que envolvem várias vértebras, como na doença de Scheuermann ao redor de 50° a 70°. As escolioses congênitas, por estarem influenciadas pelo crescimento desequilibrado da vértebra, e as escolioses neuromusculares, devido à constrição do tórax que acarretam, não respondem bem ao tratamento conservador.

Quando a sacroileite é decorrente de um processo degenerativo, a maior incidência é depois da terceira década de vida.

O seu diagnóstico é ainda mais difícil. Na tentativa de elaborar um exame clínico confiável, com alta especificidade e reprodutibilidade, foram selecionados 5 testes para elaborar um esquema de avaliação da articulação sacrilíaca. A fisioterapia atua no controle dos sintomas, ganho de mobilidade, liberação miofascial e fortalecimentos musculares específicos.

Para maiores informações sobre a fisioterapia, visite www.subgrupos.com.br/pos-cirurgico.

Normalmente o tratamento cirúrgico é indicado quando o tratamento conservador bem feito (fisioterapia/ medicação) não teve sucesso, quando existem perdas neurológicas (perda de força, reflexos e/ou sensibilidade), fraturas e ou listeses avançadas (escorregamento de vértebra).
A cicatrização óssea geralmente leva de 6 a 8 semanas e o paciente faz uso de colete estabilizador nas primeiras semanas. Depois disso o grande objetivo é recuperar a função normal, trabalhando força e ganho de controle motor.
Para maiores informações sobre a fisioterapia, visite www.subgrupos.com.br/pos-cirurgico.