
O disco vertebral é composto pelo núcleo pulposo e ânulos fibrosos. Ao longo do processo de envelhecimento normal de todas as pessoas, os ânulos fibrosos vão rompendo, e o núcleo pulposo vai se projetando para fora, o que chamamos de Protusão discal. Quando esses ânulos fibrosos rompem completamente são chamados hérnias discais.

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A mera observação de uma deformidade vertebral talvez seja a forma de tratamento conservador mais comum, já que a maioria das deformidades não é progressiva. Como regra geral, as curvaturas abaixo de 20° podem ser observadas em todos os tipos de escolioses. As revisões clínicas devem ser feitas a cada quatro meses, com radiografias obtidas somente em curvas nas quais surjam dúvidas em relação à possível progressão e possam ter importância na mudança de tratamento.
Como regra, a principal indicação para os coletes se encontra nas escolioses idiopáticas de porte médio, ou seja, 20° a 40°, e nas cifoses que envolvem várias vértebras, como na doença de Scheuermann ao redor de 50° a 70°. As escolioses congênitas, por estarem influenciadas pelo crescimento desequilibrado da vértebra, e as escolioses neuromusculares, devido à constrição do tórax que acarretam, não respondem bem ao tratamento conservador.
A sacroileite é definida como uma dor originada da articulação sacrilíaca, originada por uma degeneração ou alteração da mobilidade articular. É considerada como fonte primária de dor em 15% dos pacientes com dor lombar baixa e dor na região glútea. Esta epidemiologia não é tão exata. Alguns estudos demonstram a incidência de 13% a 30%.
Quando a sacroileite é decorrente de um processo degenerativo, a maior incidência é depois da terceira década de vida.
A causa mais comum de dor da articulação sacrilíaca é idiopática. A literatura não revelou uma correlação precisa entre a história dos pacientes e o diagnóstico de sacroileite. Porém, existem alguns potenciais causadores do processo inflamatório e da dor: hiper / hipomobilidade, alteração ligamentar, tensão capsular, forças de compressão e cisalhamento e distúrbios miofasciais.
O seu diagnóstico é ainda mais difícil. Na tentativa de elaborar um exame clínico confiável, com alta especificidade e reprodutibilidade, foram selecionados 5 testes para elaborar um esquema de avaliação da articulação sacrilíaca. A fisioterapia atua no controle dos sintomas, ganho de mobilidade, liberação miofascial e fortalecimentos musculares específicos.

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Normalmente o tratamento cirúrgico é indicado quando o tratamento conservador bem feito (fisioterapia/ medicação) não teve sucesso, quando existem perdas neurológicas (perda de força, reflexos e/ou sensibilidade), fraturas e ou listeses avançadas (escorregamento de vértebra).
A cicatrização óssea geralmente leva de 6 a 8 semanas e o paciente faz uso de colete estabilizador nas primeiras semanas. Depois disso o grande objetivo é recuperar a função normal, trabalhando força e ganho de controle motor.
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